Estou aqui escutando umas velhas e boas músicas dos Beatles. Não sei porque as chamo de velhas, se o óbvio é que a banda se desfez no ano de 72. Mas músicas nunca envelhecem, permanecem atuais conforme a nossa sensibilidade sugere.
Como diria Belchior em Como Nossos Pais: “…Você que ama o passado e não vê o que o novo sempre vê…”. Como não amar o passado se ele foi a nossa companhia de todos os tempos. Amanhã, ou mesmo daqui a pouco, esse post também será passado, mas ele foi real e expressivo, portanto fez parte de um contexto; de um momento meu. Eu amo o que já aconteceu comigo e jamais deveria esquecer… Então vamos lá, Beatles!

